Adoro romances. Filmes em que os casais se conhecem, se desencontram, sofrem e por fim, terminam juntos. Por mais que tudo isso seja tão óbvio, sempre tem aquela expectativa. A história pode até ter o mesmo final, mas é contada de maneiras diferentes.
Desde que vi pela primeira vez o trailer de Cartas Para Julieta, já previa o que podia acontecer. Aliás, já tinha certeza. E mesmo assim, quando assisti, me emocionei. Chorei, torci e palpitei no desenrolar dos casais.
E como sempre, a melhor parte de todos os romances é desejar que ao menos uma parte deles se torne realidade. Sonhar é tão bom!
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
Fio da Comunicação
Bastou uma música e minha adoração por Andreia Dias aconteceu. Ela foi descoberta, por acaso, no Youtube. Se não me falha a memória, o vídeo da música Fio da Comunicação estava entre as sugestões em um vídeo de um cantor que não me lembro o nome agora.
Achei o nome da música interessante. Esperava encontrar mais uma cantora comum quando decidi tentar escutar. E acabei me surpreendendo com a voz e com a desenvoltura de Andreia no palco.
Enjoy!
O meu amor já não tem mais tanta frescura,
A minha vida não suporta compostura
E assimilando toda a situação,
Sigo tranqüila com muita perturbação
Espero um dia não tomar o tal Prozac
e nem perder o fio da comunicação
Na vadiagem glorifico ao meu rei,
No prosseguir, confesso também errei
Espero ser uma pessoa quase sã
pra nunca ter que conhecer o Diazepan
Andreia Dias - Fio da Comunicação
Achei o nome da música interessante. Esperava encontrar mais uma cantora comum quando decidi tentar escutar. E acabei me surpreendendo com a voz e com a desenvoltura de Andreia no palco.
O meu amor já não tem mais tanta frescura,
A minha vida não suporta compostura
E assimilando toda a situação,
Sigo tranqüila com muita perturbação
Espero um dia não tomar o tal Prozac
e nem perder o fio da comunicação
Na vadiagem glorifico ao meu rei,
No prosseguir, confesso também errei
Espero ser uma pessoa quase sã
pra nunca ter que conhecer o Diazepan
Andreia Dias - Fio da Comunicação
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O Rei
Quando eu era criança, vivia dizendo que nunca gostaria do Roberto Carlos. Na época, desligava o rádio e tirava o CD caso encontrasse algum familiar o ouvindo. Só que o tempo passou - que glória! - e o que cuspi um dia, caiu bem no meio da minha testa.
Já tinha assistido alguns especiais do Rei, só que o de 2009 - aquele que a Globo transmitiu por causa dos 50 anos de carreira dele - me emocionou demais. Lembro que chorei, refleti e senti meu peito apertar.
Olha, apesar de ser bem sensível, poucas coisas na vida me fizeram sentir como me senti naquele dia. Por isso, ele, Roberto, o Rei, ganhou meu total respeito e admiração.
Eu sei que esses detalhes vão sumir na longa estrada
Do tempo que transforma todo amor em quase nada
Mas quase também é mais um detalhe
Um grande amor não vai morrer assim
Por isso, de vez em quando você vai
Vai lembrar de mim
Não adianta nem tentar me esquecer
Durante muito e muito tempo em sua vida eu vou viver
Roberto Carlos - Detalhes
Já tinha assistido alguns especiais do Rei, só que o de 2009 - aquele que a Globo transmitiu por causa dos 50 anos de carreira dele - me emocionou demais. Lembro que chorei, refleti e senti meu peito apertar.
Olha, apesar de ser bem sensível, poucas coisas na vida me fizeram sentir como me senti naquele dia. Por isso, ele, Roberto, o Rei, ganhou meu total respeito e admiração.
Eu sei que esses detalhes vão sumir na longa estrada
Do tempo que transforma todo amor em quase nada
Mas quase também é mais um detalhe
Um grande amor não vai morrer assim
Por isso, de vez em quando você vai
Vai lembrar de mim
Não adianta nem tentar me esquecer
Durante muito e muito tempo em sua vida eu vou viver
Roberto Carlos - Detalhes
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Olhos oblíquos e de ressaca
Sou suspeita para falar de Dom Casmurro e de Machado de Assis. Tanto a obra quanto autor, são responsáveis pelo que sou hoje. Já ouviu falar naquela frase: tal coisa foi um divisor de águas na minha vida?
Então. Foi justamente isso o que aconteceu comigo.
Há dois anos atrás, para minha felicidade, Dom Casmurro se tornou microssérie. Ganhou o nome de Capitu e conseguiu me encantar de uma maneira única. E tem mais, foi ai que descobri Beirut. Que me apaixonei por Elephant Gun. E que comecei a respeitar mais ainda o Sr. Machado.
Depois de ter exposto minha adoração publicamente, nada melhor do que dividir com vocês os momentos da microsséria que mais me emocionei:
Então. Foi justamente isso o que aconteceu comigo.
Há dois anos atrás, para minha felicidade, Dom Casmurro se tornou microssérie. Ganhou o nome de Capitu e conseguiu me encantar de uma maneira única. E tem mais, foi ai que descobri Beirut. Que me apaixonei por Elephant Gun. E que comecei a respeitar mais ainda o Sr. Machado.
Depois de ter exposto minha adoração publicamente, nada melhor do que dividir com vocês os momentos da microsséria que mais me emocionei:
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Antes do Pôr-do-sol
Celine: Fico feliz que você diga isso, porque sempre sinto que sou anormal por não conseguir seguir em frente. As pessoas têm um caso ou um até relacionamentos, terminam e esquecem tudo. Mudam como trocam de marca de cereal. Sinto que não esqueço as pessoas com as quais estive porque cada um tem qualidade específicas. Não dá para substituir ninguém. O que foi perdido está perdido. Cada relacionamento que termina me magoa. Nunca me recupero. Por isso, tenho cuidado quando me envolvo com alguém, porque dói demais.
***
Celine: Tenho obsessão com pequenas coisas. Talvez eu seja louca, mas, quando era menina minha mãe me disse que eu sempre chegava atrasada à escola. Um dia, ela me seguiu para saber o motivo. Eu ficava vendo castanhas caíram das árvores e rolarem na calçada, ou as formigas atravessarem a rua, ou a sombra de uma folha num tronco de árvores. Coisas pequenas. Acho que com gente é igual. Vejo pequenos detalhes específicos de casa coisa que me comovem e sinto saudades deles depois. Não se pode substituir ninguém porque todo mundo é uma soma de pequenos e belos detalhes.
Esperando Mariana
Já faz uns dois anos que assisti pela primeira vez, Esperando Mariana. Desde então, este é o meu curta-metragem preferido. Foi essa coisa de esperar por alguém que fez isso acontecer.
Esperar dói, todo mundo sabe. Tem toda uma saudade envolvida, a vontade e a ansiedade de estar próximo.
Ao mesmo uma vez na vida, todo mundo passou e vai passar por isso.
Marcos Farion e Larissa Guimarães são os diretores de Esperando Mariana. Este curta foi exibido nos cinemas do Paraná. Participou dos festivais PUTZ III (Curitiba/PR), NOIA V (Fortaleza/CE) e Mostra Língua I (Coimbra/Portugal), na categoria ficção.
Venceu o prêmio WeShow (melhor curta metragem de outubro de 2007) e o prêmio Levi's Be Original (melhor curta metragem de outubro/2008).
Teve uma equipe de 50 pessoas e mais de 30 figurantes. Ed Caneco, Paulo Hey - do filme Estômago, e Janaina Spoladore - como Mariana - foram alguns dos atores que participaram.
Esperar dói, todo mundo sabe. Tem toda uma saudade envolvida, a vontade e a ansiedade de estar próximo.
Ao mesmo uma vez na vida, todo mundo passou e vai passar por isso.
Marcos Farion e Larissa Guimarães são os diretores de Esperando Mariana. Este curta foi exibido nos cinemas do Paraná. Participou dos festivais PUTZ III (Curitiba/PR), NOIA V (Fortaleza/CE) e Mostra Língua I (Coimbra/Portugal), na categoria ficção.
Venceu o prêmio WeShow (melhor curta metragem de outubro de 2007) e o prêmio Levi's Be Original (melhor curta metragem de outubro/2008).
Teve uma equipe de 50 pessoas e mais de 30 figurantes. Ed Caneco, Paulo Hey - do filme Estômago, e Janaina Spoladore - como Mariana - foram alguns dos atores que participaram.
Assinar:
Postagens (Atom)

