terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Jukebox da Semana: Will Almeida

Esta semana a Jukebox pertence a uma das pessoas mais bacanas que conheci nos últimos tempos. Will Almeida (Après l'Hiver@cestwill) tem 25 anos e atualmente, trabalha como jornalista. Além de escrever muito bem, faz parte da banda Colettive, na qual toca guitarra e baixo. Com um gosto musical bem variado, ele gosta de rock alternativo, MPB e um pouco de samba. É fã do R.E.M, da Norah Jones, do Radiohead e do Los Hermanos. Ótimo gosto musical, por sinal.


Apesar de sentir dificuldade em escolher apenas dez músicas, Will optou pelas canções que têm escutado ultimamente. Destaque para R.E.M que aparece por aqui quatro vezes. “A primeira é “Be Mine”, música que eu adoro tocar na guitarra. A segunda, “At My Most beautiful”, é uma música que eu gosto pela letra e pelo piano. “E-Bow The Letter”, escolhi por ter uma beleza peculiar. “Country Feedback” na versão ao vivo, por ser a melhor música do mundo”, explica.
Além dessa banda, há a presença da (musa) Norah Jones, Vanessa da Mata, Radiohead, Los Hermanos e Dead Fish.

Clique aqui para ouvir algumas músicas da Jukebox do Will.

1 – Be Mine – R.E.M
2 – At My Most Beautiful – R.E.M
3 – O Velho e o Moço – Los Hermanos
4 – Chasing Pirates – Norah Jones
5 – Canção para Amigos – Dead Fish
6 – As Palavras – Vanessa da Mata
7 – E-Bow The Letter – R.E.M
8 – How To Disappear Completely – Radiohead
9 – Rosie’s Lullaby – Norah Jones
10 – Country Feedback – R.E.M

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

We are Legion!


A imagem já diz tudo. #fuckSOPA

STOP!


É impossível se manter indiferente diante de tudo o que está acontecendo. O fechamento do Megaupload, fato que aconteceu nesta semana, foi o início de tudo. Infelizmente tende a piorar.
Se o SOPA e o PIPA forem aprovados, viveremos em mundo alienado e controlado. Sem liberdade de expressão e pior ainda, sem o direito de escolher o que se quer ler, escutar e assistir. Desse modo, a sociedade de “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley passará existir. Reprimida e manipulada por meio do bem estar e do prazer. Repleta de Alfas, Betas, Gamas, Deltas e Ípsilons.
E também não é só isso. Imagine não poder compartilhar conteúdos em sites de relacionamento. Imagine ter de pagar absurdos para ter acesso a um pouco de cultura.

Cultura que, de fato, pertence a todos nós.
Cultura que, de fato, deveria ser acessível a toda população.

Anonymous, adelante!

sábado, 14 de janeiro de 2012

Inquietos

Não sou crítica de cinema e acho que não exerceria bem essa função porque assisto filmes com o coração. Conheço pouco da filmografia de Gus Van Sant, até porque só assisti três de seus filmes: “Paranoid Park”, “Elefante” e “Milk – A Voz da Igualdade”. No entanto, sinto a necessidade de expor o que penso, por mais sentimental que isso possa ser.
Assisti “Inquietos” e, antes de fazê-lo, já tinha visto uma imagem do filme estampada no guia Divirta-se do Estado de S. Paulo e me apaixonei. Annabel e Enoch deitados no asfalto e o contorno de seus corpos feito a giz. Achei lindo, ainda mais por fazer lembrar uma cena de Clementine e Joel em “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”, na qual o casal é mostrado de cima. Pequenas semelhanças que me encantaram.


Não assisti ao trailer de “Inquietos” e nem li quase nada sobre o filme. Sabia bem pouco sobre a história, o que não transforma o longa em algo desinteressante. Pelo contrário. De tão encantador, interessei-me do começo ao fim.
Annabel e Enoch dividem da mesma particularidade: gostam de frequentar funerais. Cada um possui o seu motivo, que é destrinchado no decorrer do filme. Em uma situação nada agradável, se tornam amigos. A partir daí dividem momentos, confissões, segredos, dores, dentre tantas outras coisas.


Não quero me aprofundar muito na história porque acabaria com todo o mistério que há em torno dela. O que posso dizer é que ela é de uma doçura infindável. Encantadora, emocionante, triste e alegra ao mesmo tempo. A prova de que é preciso aproveitar todos os momentos da vida, independente do que possa acontecer amanhã. Proporcionando alegria a si mesmo e às pessoas amadas. Afinal, para quem você vive?

domingo, 8 de janeiro de 2012

O amor em formato de canção



Ouvi esta música pela primeira vez no ano interior. Por isso, costumo dizer que, musicalmente falando, fechei 2011 com chave de ouro. Ela faz parte do álbum "Samba 808" e como vocês já perceberam, é uma parceria de Wado com Marcelo Camelo e sua amada, Mallu Magalhães, presente na versão do CD.

"Com a ponta dos dedos você mexe
Em seus cabelos
Com a ponta dos dedos você mexe
A colher de chá
Com a ponta dos dedos você mexe
Em seus brinquedos
Com a ponta dos dedos você
Irá me negar

Eu não me acostumo à tua beleza
Bonito um dia isso poderá passar
E esse agora já vale a nostalgia
E algum dia essa hora irá chegar

Se você for por favor demora
Se você for por favor não vá

Ninguém mais viu
Fui eu que vi
Você dormir comigo"